Parabéns professor (Toninho Menezes) pelo texto simples e esclarecedor. Apoio suas afirmações. Nosso governo é injusto. Seus textos deveriam (chegar à presidente) Dilma, que, lendo, teria a oportunidade de fazer um exame de consciência. (Leia em http ://www.gcn.net.br/noticia /243256/piniao/2014/03/justica-onde).
Hortência
Franca - SP
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O professor poderia explicar onde ele já viu a Teoria do Domínio do Fato ser usada? Onde se altera penas para burlar a lei? Onde se coloca um processo em sigilo para poder condenar alguém? Qual a ilegalidade da escolha do ministro pelo Presidente, se é sabatinado no Congresso e só escolhe diante de uma lista? Quando condena palmas, quando absolve, vaias? A escola de um foi melhor ou pior do que a de outro? Onde se ouviu falar de (Joaquim) Barbosa como jurista? Os famosos juristas nacionais que criticaram o ministro, estão errados?
Juarez da Silva Campos
Pedregulho - SP
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Muito bom texto, prof. Toninho Menezes. Não entrou no mérito do julgamento mas atingiu a raiz do problema, a falta de autonomia e independência entre os três poderes, o que, no caso, influenciou a parte final do julgamento. Os ministros do órgão máximo do Judiciário não deveriam ser nomeados pelos outros poderes. Assim, não sofreriam influência alguma.
Amir
Franca - SP
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