DE NOVO, O PS


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Como a secretaria de saúde disse ‘fatalidades acontecem e vão continuar acontecendo, e é assim na saúde e na vida’, esqueceu-se de complementar que é assim, especialmente, na saúde público e na vida do pobre! Depois de passar por cinco médicos e, resolver pagar do próprio bolso por consulta particular, atendimento digno, finalmente, aconteceu. Comprova que os médicos do Pronto Socorro trabalham como linha de produção (têm que produzir para ter pagamento), não podem pedir exames, pois fica caro e não há dinheiro, já que tudo foi investido em semáforos... Vergonha! (Leia em http://www.gcn.net.br/noti cia/242927/franca/2014/02/familia-acusa-medico-do-pronto-socorro-municipal-de-descaso).
Adoniran Dino Thomaz
Franca - SP
 
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Com tantos investimentos, temos tecnologia melhor e avançada do que há quarenta anos, mas os médicos ainda diagnosticam no achômetro (sic). Em minha opinião, o CRM e o governo têm que agir para não deixar esses (...) chamados de doutores fazerem o que estão fazendo com seres humanos. Acho que a medicina de hoje está igual pedreiro: cada um tem um pensamento diferente e forma diferente de executar o serviço. Com dor, terá que fazer consultas até achar médico que, além do diploma, tenha consciência do que jurou na faculdade de medicina. 
P.
Franca - SP
 
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Para dona Moscardini seria mais uma fatalidade. No entanto, fatalidade mesmo é ficar doente em franca e ter que ir a um hospital público. 
F.
Franca - SP

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