Jorge Lopes mora no residencial Palermo. Para estudar, os dois filhos dele dependem do transporte da Prefeitura para chegar até a escola no Jardim Martins. Quase todos os dias ele escuta as queixas dos filhos que reclamam principalmente da superlotação do ônibus. “Sem lugar para todos, muitos alunos vão em pé. Eles falam que o motorista corre muito. Fico com medo de acontecer alguma coisa com eles.” Lopes afirma que já reclamou na Secretaria Municipal de Educação e aguarda uma solução. Ele também se queixa do estado de conservação dos veículos. “De tão velho, um dos ônibus quebrou e as crianças tiveram que terminar de chegar em casa a pé.”
Jorge Lopes, 30, marcineiro
RESPOSTA
A Secretaria Municipal de Educação informou, via assessoria de imprensa, que a equipe técnica está ciente da superlotação dos ônibus e busca uma solução com as direções das escolas. Uma das alternativas, ainda estudada, é os ônibus realizarem duas viagens a partir de uma programação de saída dos alunos. A assessoria informou ainda que caso está sendo visto com prioridade pelos responsáveis. Em relação à manutenção, os veículos passam por vistorias prévias.
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