O mundo é belo, rico, cheio de mananciais de diamantes, ouro, minérios, petróleo etc., O que estraga tudo são os interferentes fascismo, nazismo, comunismo, radicalismo etc. O Brasil é o mais rico. Não quero sofrer no idealismo do bando de Lampião pois não sou cangaceiro e nem da quadrilha de Alibabá e os 40, pois não sou de facção, nem dos petralheiros, não sou mensaleiro, nem gay ou hippie. Nada de holocausto, não odeio judeus. ‘A vida não é um problema a ser resolvido, mas uma realidade a ser vivida. Temos rios com peixe pronto, terras férteis para todos trabalharem. O poder emana do povo. Quero repudiar estes interferentes revolucionários dominadores. Eles não me representam. Colocam num mesmo curral eleitoral os vocacionados ao trabalho com os da contracultura, idealistas do nudismo, da boêmia, da embriaguês, drogas, prostituição, do bolsismo, cotismo, adotismo e assistencialismo eleitoreiro. Não quero ser obrigado a adotar vagabundos barbados. Será que não dá para por no piloto automático?
Carlos
Franca - SP
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O assunto é apaixonante, evidentemente, cada qual com seu ponto de vista. Comentários apaixonados, irados às vezes, mas, ficando irados, não pequem. Não lugar ao diabo. ‘Haverá pobres e ricos, humildes e orgulhosos’, assim por diante. Não me preocupo com a ideologia política do respeitado colunista e nem dos demais comentaristas. Devemos solidarizar e lutarmos para uma Franca bem melhor e mais humana, saudável, sem ranço, revanchismo, hipocrisia. Vamos eleger pessoas nossas, que tenham, no mínimo, um passado limpo, serviços prestados e comprovados, com vergonha na cara, autênticas sem serem arrogantes, não terem rabo preso (sic) com os poderosos de plantão (São José, Leão Leão, empreiteiras...).
Antônio David
Franca - SP
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