Emas


| Tempo de leitura: 1 min
As emas são as maiores aves encontradas no Brasil: podem atingir 1,70 metro de altura e pesar até 35 quilos
As emas são as maiores aves encontradas no Brasil: podem atingir 1,70 metro de altura e pesar até 35 quilos
As emas são parentes dos avestruzes. Vivem na América do Sul, mais especificamente na Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. Em classificações mais recentes, são consideradas integrantes do grupo das aves de grande porte e não voadoras, as chamadas ratitas. Pertencem a este grupo também casuares, quivis, as extintas aves-elefantes e os moas.
 
Tais animais podem atingir 1,70 metros de altura, e até 35 quilos; sendo as maiores aves do Brasil. Possuem asas atrofiadas, penas de cor marrom acinzentada e três dedos em cada pé. Nos machos há uma mancha negra no pescoço, diferindo-os das fêmeas.
 
São encontrados em ambientes cobertos por gramíneas. Alimentam-se de folhas, frutos, sementes, invertebrados e pequenos vertebrados. Ou seja: são onívoros. Para auxiliar na trituração do alimento, podem ingerir pequenas pedras e cocos.
 
Possuem longas e fortes pernas, propiciando que, em situações de perigo, alcancem os 60 km/h. Para tal, as asas auxiliam o equilíbrio.
 
As emas vivem em bandos de aproximadamente trinta indivíduos. Na época de acasalamento, o macho dominante expulsa os demais, reúne aproximadamente cinco fêmeas, e se acasala com elas. É também o responsável pela preparação dos ninhos, incubação dos ovos e cuidado com os filhotes. Todos os ovos, de meio quilo cada, são colocados em um mesmo ninho, e eclodem em  pouco mais de um mês, dando origem a aproximadamente vinte e cinco filhotes.
 
Essa espécie atinge a maturidade sexual aos três anos de idade e tem expectativa média de vida de quarenta anos.
 
Os teiús, um tipo de lagarto, são os maiores predadores de ovos de emas; e os filhotes são fonte alimentar de gaviões, alguns felinos e do lobo-guará. Aliadas a este fato, a caça  e a perda de habitats levaram ao declínio de tal espécie. As emas correm risco de extinção.
 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários