Funcionários param obra de captação do Sapucaí-Mirim


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Os funcionários das obras do novo sistema de captação de água do rio Sapucaí-Mirim cruzaram os braços por atraso em seus pagamentos. Segundo alguns trabalhadores, a construtora Gomes Lourenço, contratada pela Sabesp para tocar um projeto que promete duplicar o volume de água captado atualmente e abastecer Franca pelos próximos 30 anos, depositou apenas ontem o salário que deveria ter sido pago há 15 dias. Mesmo após o recebimento, a maioria garante que não voltará ao trabalho e ingressará na Justiça.
 
“A construtora alega que não tem dinheiro, mas a Sabesp disse que depositou os valores com antecedência. Desde que começaram as obras (em 2012), atrasam o nosso pagamento. Agora resolvemos parar e procurar os nossos direitos. Dos 47 funcionários, no mínimo 20 vão procurar a Justiça”, disse o escorador Antônio Eduardo Cintra Rodrigues.
 
O coordenador de empreendimentos da Sabesp de Franca, Cléber Castilho, acredita que, a princípio, a greve não prejudicará as obras. “A maioria acaba continuando depois que acertam o salário.”
 
O Comércio entrou em contato com a construtora, ontem, que  não quis se pronunciar.

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