A coluna Tô Puto!!! completa hoje seis meses. Neste período, foram mais de 150 queixas feitas por francanos de todas as idades e profissões. A proposta é proporcionar um espaço onde as pessoas possam relatar os problemas em seus bairros ou questões particulares. No topo das reclamações estão os terrenos tomados por mato ou lixo. Ruas sem asfalto ou em péssimas condições de conservação também deixaram muitos francanos irritados. Tiveram ainda casos bem corriqueiros como perturbação do sossego. Muitos casos, a coluna ajudou a resolver. Outros, por algum motivo, ainda aguardam uma solução. Para celebrar os seis meses, selecionamos um caso resolvido por mês. Lembramos também de queixas que permanecem sem solução.
SETEMBRO
Por meses, Vítor Martins tentou trocar um colchão que comprou com problemas na Rofaso Móveis e Decorações. Ele disse que o colchão afundava. Cerca de duas semanas depois de sua reclamação, funcionários da loja foram até sua casa entregar o novo colchão.
Vitor Martins Filho, 58, enfermeiro aposentado
OUTUBRO
Por quase um ano, Marcos de Assis ‘conviveu’ com uma grande quantidade de pedras em frente sua casa na Vila Santa Cruz. No mesmo dia em que fez a reclamação, uma equipe da Emdef esteve no local e retirou as pedras.
Marcos Antônio de Assis, 44, porteiro
NOVEMBRO
As ruas de terra do Jardim Monte Carlo foram alvo de queixas. Após reclamação da moradora foi feita manutenção.
Fátima Aparecida Moscardini, 55, dona de casa
DEZEMBRO
Kênia Queiroz se irritou após esperar, por mais de uma hora, por atendimento no Hospital Regional. Com infecção urinária, procurou o plantão do hospital. Sem previsão de quando conseguiria ser atendida, ela foi embora para casa. Após reclamação, a direção do hospital agendou uma consulta com um especialista.
Kênia Cristina Queiroz, 45, corretora de imóveis
JANEIRO
Maria Coelho estava com medo de chegar em casa devido ao matagal que tomou conta de um terreno localizado em frente sua residência no Ângela Rosa. Após ser notificado pela Prefeitura, o proprietário limpou a área.
Maria Aparecida Coelho, 60, dona de casa
FEVEREIRO
Durante mais de um mês, Marcos Borges, tentou resolver um vazamento em sua casa. Entrou em contato com a Sabesp, mas não conseguiu. Após reclamação, técnicos estiveram em sua residência e acabou com o problema. Ele também recebeu outra conta. A anterior tinha dobrado de valor.
Marcos André Borges, 44, sapateiro
NÃO RESOLVIDOS
A longa espera pelo asfalto
O motorista Geovane Garcia reclama das péssimas condições das ruas do Parque das Árvores (foto). Em determinados trechos, o asfalto não existe. A Prefeitura afirma que o loteamento não foi aprovado e, por enquanto, as melhorias devem ser custeadas pelos moradores.
Rua de terra irrita morador do Simões
Morador do Jardim Simões, Valter Ferreira, questiona a longa espera dos moradores do bairro pela pavimentação da rua Theodoro Consenza. Segundo a Secretaria Municipal de Planejamento Urbano, o caso está sub judice devido a ‘conflito de interesses’.
Centro Pop é alvo de várias queixas
A comerciante Camila Taveira reclama da queda das vendas desde a instalação do Centro Pop na av. Hélio Palermo. A casa, que atende moradores de rua, é alvo de muitas queixas. O Centro Pop continua funcionando normalmente e não previsão de mudança de endereço.
Banheiros de portas fechadas
O empresário Carlos Leme, 51, sempre caminha nas dependências do Parque de Exposições “Fernando Costa” e reclama que os banheiros estão sempre fechados. A Prefeitura Municipal afirma que eles são abertos somente em dias de grandes eventos.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.