A MORTE DO CINEGRAFISTA


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Lamento a morte do cinegrafista que está em exercício de seu trabalho. Todavia, quando um repórter ainda não havia sido atingido, a imprensa apontava a brutalidade da polícia, o uso de bala de borracha, bomba de gás e cassetete. Quantos policiais não foram feridos por baderneiros? Quantos cidadãos de bem não têm seus direitos cerceados por esse projeto de juventude nazista? Talvez, agora, autoridades e imprensa resolvam tratar os black blocs como terroristas organizados em quadrilha.
 
Alexandre César Lima Diniz
Franca - SP

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