O projeto que mais deve render discussão na sessão de hoje é o que revoga o pagamento adicional de até 30% a servidores da Câmara com cursos de qualificação. O benefício faz parte do Plano de Cargos e Carreiras aprovado em abril de 2013. O presidente Jépy Pereira (PSDB) espera revogá-lo sob a alegação de que o Ibam - instituto contratado para fazer o estudo - emitiu parecer de inconstitucionalidade.
Os vereadores não estão convencidos e acreditam que seja apenas mais um capítulo da guerra entre Jépy Pereira e as advogadas da Câmara. “Sento um cheiro de caça às bruxas. Em princípio, não sou favorável e devo pedir o adiamento”, disse Adérmis Marini (PSDB). “Também estou estranhando. O adiamento é a melhor alternativa para a gente poder avaliar melhor”, completou Marco Garcia (PPS).
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Fernando Nascimento, encaminhou ofício a todos os vereadores manifestando apoio aos funcionários que, segundo ele, estão sendo “brutalmente desrespeitados pela Câmara”. Ele usará a tribuna para tentar mostrar que o projeto não é ilegal.
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