Número de feridos no trânsito de Franca cai 23% em um ano


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Saveiro parou em muro de residência em novembro do ano passado após motorista de um Honda perder o controle ao tentar desviar de um pedestre que atravessava uma rua da zona Leste
Saveiro parou em muro de residência em novembro do ano passado após motorista de um Honda perder o controle ao tentar desviar de um pedestre que atravessava uma rua da zona Leste
De acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, caiu o número de pessoas feridas em acidentes de trânsito no perímetro urbano de Franca durante o ano passado. Foram 1.935 pessoas necessitadas de atendimento médico, média mensal de 161 ou cinco lesionados por dia. 
 
Apesar de inicialmente serem alarmantes, os dados registram uma queda em relação aos de 2012. Naquele ano, foram 2.523 feridos, número 23% maior. O mês que mais registrou lesões foi janeiro. 
 
Para o secretário de Segurança e Cidadania de Franca, Sérgio Buranelli, a queda do número de feridos no trânsito francano deve ser creditada às constantes obras e melhorias na sinalização nos mais diversos pontos da cidade. “Nosso trabalho não para. Estamos constantemente sinalizando pontos, houve vários recapeamentos em vias de trânsito pesado, trocamos placas danificadas e, principalmente, instalamos semáforos em pontos críticos”, analisou. 
 
Apesar de citar essas melhorias na infraestrutura viária de Franca, para Buranelli, apenas uma mudança radical na mentalidade dos motoristas locais pode diminuir drasticamente esta estatística e a sensação de que o trânsito mata e fere cada vez mais no município. “O motorista precisa ter conscientização de que a cidade cresceu e a frota de veículos aumentou muito. Além de tudo, nós temos uma nova dinâmica no trânsito, com o movimento começando às 5h30 com as fábricas e terminando por volta das 01h30, na saída das faculdades”. 
 
Mortes
Em relação ao número de mortos, aos dados registram uma diminuição de 46 para 40 falecimentos nos anos de 2013 em relação a 2012. 
 
Mas é importante ressaltar que essa realidade pode ser diferente já que a Secretaria da Segurança Publica contabiliza apenas as informações contidas em boletim de ocorrência após sua confecção. Assim, quando a vítima morre após o registro da ocorrência, no hospital, por exemplo, o óbito não aparece nesta estatística. 

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