Jépy rebate e acusa advogadas de perseguição


| Tempo de leitura: 1 min
O presidente da Câmara Municipal, Jépy Pereira (PSDB), rebateu ontem as acusações feitas pelas procuradoras do Legislativo, Taysa Thomazini e Maria Fernanda Bordini, em entrevista concedida ao Comércio da Franca e publicada no último domingo. 
 
Segundo Jépy, as declarações fazem parte de uma vingança pessoal das duas procuradoras. “Elas estão fazendo isso porque tomei medidas para que não ganhassem a ação trabalhista que ambas movem contra a Câmara. Depois que fiz isso, elas começaram com essas acusações e passaram a me perseguir”. 
 
O presidente do Legislativo negou que tenha praticado qualquer tipo de assédio moral contra as advogadas. “Eu mal falo com elas. Nem parecer eu peço mais que é para não ter problemas. Não sei o que elas chamam de assédio”.
 
Jépy também disse que não faltou com ética ou dignidade em momento algum de seu mandato como presidente. “Tudo o que fiz está respaldado em lei. Não cometi nenhuma irregularidade.”
 
Sobre a criação dos cargos de assessores, Jépy Pereira se disse tranquilo. “Foi tudo feito dentro da legalidade. Não houve prejuízo aos cofres públicos e os funcionários nomeados trabalham na Câmara há anos, são excelentes profissionais”, afirmou. 
 
A respeito do parecer do promotor de Justiça apoiando o afastamento dos mesmos, ele disse não estar preocupado. “O Ministério Público defende a sociedade e é claro que iria apoiar os pedidos das advogadas feitos na ação popular. Mas quem vai dar a última palavra é o juiz”. 
 
Ele também afirmou que as duas advogadas são alvo de uma ação popular. “Na ação, o advogado José Lomônaco pede que elas devolvam R$ 200 mil que teriam recebido indevidamente já que só trabalham metade do período pelo qual foram contratadas”. 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários