Muito oportuno o texto de Luiz Neto. Acrescento outra situação: imagine-se um negro saindo com camiseta onde se lê ‘100% negrão’. Pode é será bonito. Agora, imaginem a mim, sair com camiseta ‘100% branco’. Provavelmente, irei preso. Esse é o Brasil. Em seu texto, o jornalista usou a cor para identificar o atendente, e havia um discriminador no meio do caminho. Não é brinquedo. Acontece mais frequentemente do que imaginamos.
Celso Utzig
Franca - SP
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