2 assessores da Câmara são exonerados


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Insatisfeitos com a carga de trabalho e cobranças impostas pelos parlamentares, dois assessores serão desligados de suas funções. Um pediu para sair e o outro foi dispensado. Daniel da Silva, que trabalhava no gabinete de Donizete da Farmácia (PSDB), pediu demissão. “A pressão é muito grande. Fico à disposição do vereador 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana, e sempre tenho que representá-lo nos eventos. Estou esgotado e decidi optar por priorizar a minha família”, disse.
 
Abmael Santos foi dispensado pelo vereador Claudinei da Rocha (PP) por motivo semelhante. “Pedi para ser liberado nos finais de semana, mas ele não aceitou e me despediu. Não queria sair, mas não tive outra opção”.
 
O assessor, escolhido por livre nomeação do vereador, tem um salário bruto de R$ 2,6 mil. “Parece muito, mas temos muitas despesas. Temos que usar nossos carros particulares praticamente todos os dias para cumprir compromissos e o gasto é por nossa conta. A cobrança por resultado é enorme”, disse um servidor que pediu para não ser identificado.
 

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