A falta de licitação não foi a única irregularidade apontada pelo Tribunal. Ao analisar as contas de 2009, o TCE ainda encontrou problemas nos contratos de seguro e de concessão de empréstimos também feitos pelo Sassom. Segundo o Tribunal, a instituição fazia o gerenciamento de seguros de vida ou de acidentes de trabalho sem ter autorização legal. O mesmo acontecia com empréstimos.
O presidente do Sassom, Reinaldo Afonso, disse que essas questões já foram regularizadas. “Desde que fomos advertidos, nós regularizamos a questão dos seguros. Contratamos uma empresa especializada para atuar conosco. Essa empresa tem sua documentação toda em dia e está autorizada a operar seguros.”
Os empréstimos, segundo o presidente, eram concedidos apenas em casos “muito específicos” e relacionados a gastos com saúde. “Era para ajudar quem não tinha condições de comprar remédios ou arcar com tratamentos.” Por conta da advertência, os empréstimos foram extintos.
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