Vivo/Franca sucumbe no último quarto e retorna derrotado


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Foto de arquivo mostra Lucas e Lula durante treino no Póli
Foto de arquivo mostra Lucas e Lula durante treino no Póli
Um belo jogo de basquete. Assim pode ser definido o confronto entre o Vivo/Franca e Brasília que resultou em derrota francana, ontem à noite, fora de casa, por 87 a 72 (38 a 42). O resultado negativo se deve a um apagão do elenco francano no último quarto: O placar parcial ficou em 32 a 18. O cestinha da partida foi Guilherme Giovannoni, com 27 pontos somados. Por Franca, Paulão mais uma vez se destacou com um duplo-duplo: 23 pontos e 15 rebotes. O próximo duelo será contra o Goiânia, no dia 8 de fevereiro, novamente fora dos domínios francanos.
 
O jogo começou com o Brasília apostando em um ataque ousado e jogadas próximas ao garrafão. A primeira cesta foi convertida por Alex, em cobrança de lance-livre. Na seqüência, Paulão empatou o duelo. Léo Mendl estava inspirado e converteu 2 bolas de três durante o período. Do outro lado, Alex Garcia foi o principal pontuador. O final do primeiro quarto acabou em 22 a 20 para os donos da casa. A igualdade na tática de jogo foi refletida também no placar, com o equilíbrio prevalecendo no 2º período. Paulão, com 12 pontos anotados, deixou a quadra e, no final, os francanos viraram o duelo: 22 a 16. Lula atribuiu a vitória parcial ao comprometimento tático.
 
Se ambas as equipes atacaram bem no primeiro tempo, o mesmo não pode ser dito do início do segundo. Apenas depois de 3 minutos de bola rolando Basden conseguiu somar os dois primeiros pontos. Isso acordou os donos da casa, que, com inteligência, trabalharam bem a bola e conseguiram tirar a diferença. Os candangos fecharam em 17 a 12.
 
Com apenas um ponto de diferença, o último quarto foi eletrizante. Porém o Brasília, logo nos minutos iniciais do período, abriu 8 pontos de diferença. Com a experiência de seu plantel, os donos da casa conseguiram administrar a diferença. Cansado, o Vivo/Franca passou a errar os ataques e permitir que os adversários pontuassem com mais facilidades. Faltando 1 minuto, a diferença era de 17 pontos. No final, 87 a 72. “Com Brasília é assim: Se vacilar, já era”, analisou Paulão.

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