‘A Teia’, projeto ambicioso da Globo, estreia hoje à noite


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Luiz Germano ( Angelo Antonio ), Itamar Libânio ( Fernando Alves Pinto ) e Macedo ( João Miguel ), Petrus Taborda ( Michel Melamed ) e Beltrão ( Eduardo Chagas )
Luiz Germano ( Angelo Antonio ), Itamar Libânio ( Fernando Alves Pinto ) e Macedo ( João Miguel ), Petrus Taborda ( Michel Melamed ) e Beltrão ( Eduardo Chagas )

A Rede Globo está investindo pesado no seu novo projeto A Teia. A série de ação com ares de produção hollywoodiana estreia hoje às 23h30 na emissora e tem texto original de ninguém menos que Bráulio Mantovani e Carolina Kotscho. Ambos são campeões de bilheteria. O primeiro por Cidade de Deus e Tropa de Elite e ela por Dois Filhos de Francisco.

A pretensão de A Teia é grande. A nova série segue na linha de seriados norte-americanos consagrados – como Sopranos, The Wired, Mad Men e Breaking Bad – que deixaram de ser apenas entretenimento para trazer profundidade e seriedade para as salas de TV.

A semelhança com tais seriados não é somente na ação ou em roteiros bem desenvolvidos. A construção de personagens perturbados também é um diferencial. “A boa dramaturgia pede personagens de verdade. A gente fez muita pesquisa e buscou referências, estudamos muito”, diz Kotscho.

A trama mostra a caçada do criminoso Baroni (Paulo Vilhena) pelo policial Jorge Macedo (João Miguel). A história nasceu de uma pesquisa de Kotscho sobre fatos da vida do delegado aposentado da Polícia Federal Antonio Celso dos Santos.

Segundo os autores, a emissora deu total liberdade para que a trama fosse desenvolvida. O material não sofreu cortes ou alterações. Tudo que a tecnologia permitiu está lá. “Claro que há limitações de orçamento, mas a mágica que eles fizeram para tirar a coisa do papel é incrível. Quase assustadora”, afirmou Kotscho.

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