Policial Militar atira na própria mulher em casa no Panorama


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Imagem meramente ilustrativa
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Por muito pouco a tarde do último domingo não ficou marcada por uma tragédia. Isso porque um Policial Militar de 44 anos, atirou em sua própria mulher, de 40 anos, enquanto limpava sua arma. Por sorte, o projétil atingiu o braço direito da funcionária pública, que precisou ser socorrida e submetida a um procedimento cirúrgico para a retirada da bala, mas passa bem. Levado ao Plantão, o policial não conseguiu prestar seu depoimento pois estava alterado. Há suspeitas de que estava sob influência de álcool ou forte medicamento. 
 
De acordo com o boletim de ocorrência, o fato se deu às 14h50, na residência em que o PM e sua mulher vivem, no Jardim Panorama, em Franca. Enquanto ela estava deitada na cama do casal, esperando o descongelamento de um pedaço de carne que seria cozida para a janta, o marido limpava sua arma, uma pistola Taurus .38. 
 
Segundo o registro, naquele momento, o PM estava sob o efeito de um medicamento para o controle de ansiedade. 
 
Enquanto ele finalizava o procedimento e a funcionária publica permanecia deitada, protegendo o rosto com o braço direito da luz solar. Foi então que a arma disparou. Por sorte, o projétil ficou alojado no braço, evitando uma tragédia. 
 
A vítima foi levada rapidamente ao Hospital São Joaquim, onde passou por um rápido procedimento cirúrgico para a retirada da bala e, logo em seguida, foi liberada. 
 
Já o policial precisou ser levado ao Plantão para prestar esclarecimentos e registrar o que havia acontecido. Porém, não foi possível deixar sua versão dos fatos, já que o mesmo se encontrava “sob efeito de álcool ou medicamentos”, como foi registrado em Boletim de Ocorrência. 
 
Diante dos fatos, foi instaurado um inquérito por lesão corporal culposa, ou seja, quando não há intenção de ferir. O policial teve sua arma e licença recolhidas provisoriamente. A perícia da Polícia Civil vai examinar a pistola. 
 
Em nota, a Polícia Militar não confirmou a patente do servidor público, mas revelou que ele “teria ingerido dois comprimidos de um fármaco destinado ao controle de distúrbios da ansiedade”. 
 
Apesar de residir em Franca, o policial está lotado na 1ª Companhia de Ribeirão Preto. Em contato, o oficial responsável pelo policial militar também não revelou sua função ou patente. 

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