Seu amigo o convidou para jogar bola na chácara dele e, depois, aproveitar a piscina. Você conta dias, horas, minutos para o domingo chegar. E não é que amanhece chovendo a cântaros, como se São Pedro despejasse lá de cima toda a água do céu?
Você está numa fila de supermercado onde há seis pessoas à sua frente. O moço do caixa lhe parece lerdo e a fila não anda.Com pressa, você olha a fila da esquerda e conta três pessoas. Resolve mudar para ela. Não é que neste instante a outra começa a andar rápido e a sua empaca?
De repente chega uma amiga em sua casa e você resolve fazer um bolinho de micro-ondas para oferecer a ela. O bolinho é fácil, você sempre faz e dá certo. No dia em que mais quer agradar à sua amiga, o bolo simplesmente não cresce, fica incomível.
Essas são algumas das muitas situações para as quais costuma-se apelar à Murphy (pronuncia-se Morfi). Pois há quem acredite que tudo o que não funciona, ou não sai como a gente quer, é causado pela Lei de Murphy. E esse Murphy ninguém sabe direito quem foi. Dizem que o nome dele era Edward Murphy Junior. Engenheiro na Força Aérea Americana nos anos 1940, fazia experimentos sobre a força da gravidade. Ao tentar encaixar 16 aparelhos em uma máquina, e não conseguir acertar posição de nenhum, despertou a curiosidade e o lado humorístico de seus colegas. Estes quando tentavam fazer uma coisa que não dava certo, repetiam: “É a lei de Murphy!”
Era só brincadeira, que ganhou os desenhos de animação e, através deles, o mundo todo. Hoje a expressão é reproduzida por toda parte.
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