Pós mídias sociais


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Desde o surgimento da primeira mídia social, em 1995 — o site ClassMates.com —, seguido do AOL Messenger, de 1997, o mundo assistiu revolução da comunicação humana e do volume de informações. 
 
Com a explosão do Facebook a partir de 2010, as mídias sociais deixaram de ser só modismo. 
 
Mais que qualquer escola, têm ensinado uma nova linguagem de vendas e proporcionado maior democracia entre marcas. 
 
Vale mais bom relacionamento que arte bem elaborada. Vivemos cada vez mais conectados. 
 
Em 2014 teremos mais celulares do que pessoas no mundo, e já consumimos mais smartphones que celulares que ‘apenas falam’. 
 
Brian Boland, do Facebook, diz que ‘o termo ‘mídia social’ será usado cada vez menos. 
 
Ficará obsoleta na medida em que o mercado publicitário (e as marcas) entenderem que plataformas digitais já são veículos de massa. A internet evolui para ser um dos meios com maior impacto em engajamento de escala’.
 
Pesquisa da Forrest revela que brasileiros passam três vezes mais tempo na internet do que assistindo televisão. 
 
Cerca de 89% dos entrevistados afirmam visitar redes sociais regularmente. Portanto, a internet tem público ativo 24 horas por dia. Pessoas e marcas se ‘misturam’ e há liberdade de interferência de um e de outro. Sendo assim, maior coerência e serviço de atendimento em tempo real têm se mostrado condições sine qua non. 
 
A globalização, iniciada na era das descobertas e viagens ao Novo Mundo pelos europeus e popularizada na década de 1990 — cuja característica principal é a presença maciça de marcas mundiais ganha, com o avanço das mídias sociais, mais democracia e liberdade: de qualquer tamanho e expressão, qualquer marca pode aparecer e crescer com os baixos custos que as redes ainda oferecem. O negócio é aproveitar.
 
Acácia Lima
Jornalista, CEO da YellowA, agência especializada em mídias sociais

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