Pitt contesta laudo que indica incêndio programado


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O prefeito de Restinga, Paulo Pitt (DEM), contestou o resultado da perícia realizada em suas plantações de cana, que foram incendiadas no ano passado. Ele justifica a umidade citada pelo perito em parte da plantação como “a água que a usina jogou” para ajudar a conter o fogo. “Isso que me deixa chateado, você tem suas propriedades queimadas e vem alguns peritos com insinuações de que você poderia ter colocado fogo”, disse.

Pitt acredita que o incêndio tenha sido causado por algum opositor político. Por temer novas “retaliações”, ele disse que arrendou mais da metade de suas plantações.

O prefeito reconhece que a cana queimada nas fazendas Pio XII e Mata do Fidalgo foi colhida e vendida. “Tive prejuízo de uns 10% porque demoraram 15 dias para colher”, disse.

Segundo Pitt, em outra propriedade incendiada em fevereiro do ano passado o prejuízo foi “bem maior”, cerca de R$ 70 mil.

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