Guilherme Longo teve o pedido de habeas corpus negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, pela terceira vez, na tarde de ontem. Na decisão, em caráter liminar, a Justiça afirma que as provas obtidas durante as investigações indicam o padrasto de Joaquim Ponte Marques, 3, como autor do crime. Segundo a decisão, a liberdade de Longo poderia atrapalhar o andamento do processo.
A defesa do técnico em informática afirmou que recorrerá da decisão. Ele está preso há mais de dois meses, quando o corpo do enteado foi encontrado no Rio Pardo. No início deste mês, Longo foi transferido da cadeia de Barretos para a Penitenciária de Tremembé, também no interior do Estado.
A mãe de Joaquim, Natália Ponte, está em liberdade desde sexta-feira, 10. Graças ao habeas corpus concedido pela Justiça ela deixou a Penitenciária Feminina de Tremembé.
O casal é acusado de ser responsável pelo desaparecimento e morte de Joaquim. Natália e Guilherme responderão por homicídio triplamente qualificado. O padrasto também é acusado de ocultação de cadáver.
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