Cerca de 200 pessoas, sendo a grande maioria curiosos, participaram do sepultamento da jovem universitária Gessyca Morais, 21, na manhã de ontem. O enterro, no Cemitério da Saudade, foi marcado pela profunda tristeza e lágrimas de amigos e familiares da estudante, que morreu após um violento acidente de carro, na madrugada dessa terça-feira, em Osasco, na Grande São Paulo. Ela era a filha mais velha do cantor sertanejo Giovani, que forma dupla com o irmão Gian.
O corpo foi velado durante toda a madrugada na sala 1 do São Vicente de Paulo. A família recebeu o apoio de inúmeras pessoas, dentre as quais os cantores da dupla sertaneja Rionegro e Solimões. “Conhecia muito ela, sou amigo do Giovani e da família dela, realmente é algo muito triste”, disse o cantor Rionegro, da dupla Rionegro e Solimões. “Perder alguém querido de um dia para outro não é fácil”, completou. Testemunhas disseram que a mãe, Laisa Morais, estava profundamente abatida e precisou deixar o velório durante a madrugada para recobrar as energias.
Despedida
Por volta das 9 horas, o caixão de Gessyca, aberto apenas na região do rosto, deixou o velório carregado pelo tio Gian e pelo irmão Marcelo, para ser colocado no jazigo da família. Giovani, que ficou no velório durante algumas horas, chegou ao cemitério da Saudade pouco antes da família rezar um Pai Nosso e cantar uma música religiosa.
Na saída, Giovani disse que não falaria com a imprensa. Por nota oficial publicada em sua página no Facebook, ele pediu respeito e privacidade neste momento de dor, além de agradecer o apoio. “Giovani e sua família gostariam de agradecer a todos pela solidariedade, simpatia, força, mensagens de carinho, amor, fé e esperança.”
Tragédia
Gessyca se envolveu em um grave acidente na avenida Fuad Auada, em Osasco. Ela e outros dois rapazes estavam em um Honda Civic que capotou e colidiu com um poste. A francana e o motorista do carro, Pierluigi Patroni Valentim Cruz, 22, morreram. Já Felipe Morais, 22, primo de Gessyca, segue internado no Hospital Municipal Antônio Giglio, em Osasco. Segundo nota oficial enviada pela Secretaria de Comunicação daquela cidade, o diagnóstico médico do rapaz foi de trauma torácico, necessitando de medicamentos para manter a pressão arterial controlada. Ele permanece sedado e seu estado é considerado gravíssimo.
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