A lei Maria da Penha mandou para o CDP o pintor PASD, 38, da Vila Imperador. Ele agrediu a filha de 11 anos e a mulher, que quase ficou sem o dedo indicador direito. Quando PMs chegaram, o autor tentou enganar a equipe e resistiu à prisão. Os fatos ocorreram na casa do autor, na noite de segunda-feira.
A diarista SCR, 37, em depoimento à policiais, disse que o marido chegou em casa alterado e lhe agrediu com socos e pontapés. Durante a tentativa de se desvencilhar do agressor, ele mordeu seu dedo indicador da mão direita, quase decepando-o. A filha do casal, que tentou tirar o pai de cima da mãe, também foi agredida.
Os gritos de socorro das vítimas chamaram a atenção dos vizinhos, que ligaram para o 190 da PM. Os policiais cabo Donizete e soldado Heloísa chegaram no local. O pintor saiu para recepcionar a guarnição e declarou que “não estava acontecendo nada de anormal”. Os PMs notaram a mulher chorando ao lado da filha e tomaram conhecimento dos fatos.
O autor resistiu à prisão, tentou agredir a equipe, mas foi dominado, algemado e conduzido ao Plantão Policial. PASD foi autuado em flagrante e recolhido no CDP. A delegada Graciela Ambrósio, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), recebeu o flagrante e abriu inquérito.
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