‘CRUZEIRO’ NEGA EXIGÊNCIAS


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Em relação aos que estavam pra se aposentar é complicado. Quanto aos demais, deveriam parar de esmolar emprego nessa instituição comprovadamente capitalista. Levantem a cabeça e sigam em frente, à procura de novos horizontes. (Leia ‘Demitidos fazem lista de exigências e Cruzeiro do Sul nega’ em http://www.gcn.net.br/jornal/index.php?codigo=236986).
Paulo César Barbosa de Souza
Franca - SP

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Se alguém decide vender um negócio, quem compra tem direito a escolher quem vai trabalhar com ele, e ninguém tem direito a achar que os novos donos são ruins. Alguém compra para fazer o que outros querem?
G.
Franca - SP

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Reestruturação é necessária! Nada de estabilidade! Existem ótimos profissionais no mercado, totalmente aptos a ocupar o lugar dos despedidos! Quem sabe assim não melhora a qualidade dos serviços? Vamos trabalhar e acordar para a realidade!
Talita
Franca - SP

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Não é questão de jogar quem ajudou a construir, na lata do lixo! A questão é melhoria de ensino, mudanças. Se você for à Unifran verá que tem lá muitos professores capazes de tomar a frente do ensino, mas não podem porque são abafados pelos (...). Está na hora de mudar, pensar grande! Querem regalias porque foram mandados embora? Quando um trabalhador (comum) tem direito (assim)?
N.
Franca - SP

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Quanta confusão por um assunto comum. Quantos são despedidos de empresas e saem, sem problema? Eu mesmo, final do ano passado, saí de escola onde trabalhei por cinco anos. Vários professores são mandados embora anualmente, e, o que devem fazer? Levantar a cabeça e procurar outra escola. Ao que parece, no caso da Unifran, não é assim. Chama-se orgulho ferido! Quem estudou e quem estuda lá sabe que muitos professores deveriam sair, sim. Era preciso mudar, mas em Franca, nada pode mudar. Com o que fizeram, vai melhorar o ensino da faculdade. Quem saiu está fazendo uma tempestade enorme, mas, deveriam agir diferente. Sejam humildes. Saibam perder. Vão atrás de outro emprego ou usufruam da aposentadoria. Vão passear, curtir a família. Deixem o progresso acontecer. Encolham o orgulho!
Cristina
Franca - SP

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Não é questão alguma de orgulho, ou drama. Se o mesmo ocorrer com qualquer funcionário de qualquer empresa, a indignação será a mesma. Pediram que não saíssemos e prometido que ninguém seria demitido. Não somos mais especiais que ninguém, apenas, injustiçados. Queremos sim, nossos direitos como qualquer um deve fazer. Recusamos empregos em outras instituições — a atribuição ocorre em novembro —, para, em véspera de Natal sermos traídos. Veja como é o foco no lucro. Além de desrespeitar a lei trabalhista, centenas de provas não foram corrigidas, notas foram perdidas, reconhecimento do MEC paralisados. Colação de grau, pasta de estágio e diversos outros processos interrompidos prejudicaram alunos apenas para não gastar mais dinheiro. Conversem com qualquer um dos inúmeros alunos sem nota, sem formatura! Conversem com os que estão em vésperas de se aposentar, ou que acabaram de dar a luz, ou que têm deficiência física, e terão outra visão de tudo.
M.
Franca - SP

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