Assembleia teve até polícia


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A segunda-feira marcou o fim do recesso e a volta de todos os funcionários, com exceção dos professores, da Unifran ao trabalho. No entanto, quem só voltou por intermédio da Justiça ficou a ver navios. Muitos dos trabalhadores reintegrados deveriam recomeçar as atividades às 8 horas, mas não havia ninguém para orientá-los sobre o que deveriam fazer. Muitos deles não puderam nem mesmo ir para suas antigas salas, já que computadores e telefones estavam bloqueados.

Alguns chegaram a chamar a polícia para se resguardar, como o coordenador de cursos Aécio Lemos. “A lei determinou, por liminar, que eu comparecesse aqui hoje (ontem). Agora são 10h30, estou aqui há duas horas e meia e não apareceu ninguém para me reestabelecer. Quero fazer um BO para comprovar que eu estive aqui. Caso contrário, caracteriza abandono de emprego”, afirmou.

A assembleia não contou com representantes do Cruzeiro do Sul e não resultou numa contraproposta do grupo. “Eu me senti, mais uma vez, feita de boba e um boneco na mão deles”, disse a ex-supervisora de Iniciação Científica, Maria Teresa Segantin Ludovice.

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