A assembleia realizada ontem entre os funcionários recém-reconduzidos à Unifran (Universidade de Franca) e o seu sindicato representante, o Sinteee (Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino e Educação de Franca), não correu bem.
Cerca de 120 dos 189 empregados que haviam sido demitidos compareceram à reunião. No entanto, alguns deles criticaram os advogados do sindicato por não terem apresentado nenhuma proposta definitiva, não estarem a par do posicionamento da Cruzeiro do Sul (grupo que adquiriu a Unifran) nem terem abordado as exigências da liminar que reintegrou os funcionários, concedida pela Justiça do Trabalho no último dia 19.
“Senti que o sindicato estava do lado da Cruzeiro do Sul e que não podia confiar nele. O advogado deles (do sindicato) chegou a se exaltar comigo e tentou impedir que eu fizesse reivindicações”, afirmou a ex-supervisora de Iniciação Científica da Unifran, Maria Teresa Segantin Ludovice. Ela informou que haverá uma nova assembleia com funcionários no próximo dia 2, para formar uma pauta de reivindicações.
O Comércio tentou contato durante toda a tarde de ontem com representantes do Sinteee em seus telefones pessoais, mas ninguém retornou as ligações até o fechamento desta edição.
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