Véspera de natal tem movimento comercial abaixo do esperado


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Quem deixou as compras para a véspera de Natal precisou de guarda-chuva para terminá-las. O espaço sob as marquises das lojas também estava disputado
Quem deixou as compras para a véspera de Natal precisou de guarda-chuva para terminá-las. O espaço sob as marquises das lojas também estava disputado

A chuva fina que caiu na manhã de terça-feira e a falta de lugar para estacionar no Centro de Franca afastou os compradores na véspera de Natal. Pelo menos é essa a opinião da maioria dos lojistas entrevistados pelo Comércio na manhã do dia 24 de dezembro. Comemorando as vendas mesmo apenas o vendedor ambulante de guarda-chuvas, Márcio Souza, do calçadão da Praça Barão. Ele teve dificuldade para atender a demanda e manter os estoques que ele equilibrava em um dos braços.

Na Nossa Ótica, no Centro, segundo a gerente Lilian Marinho, as vendas em 2013 não superaram as de 2012 e, até a hora do almoço de ontem, eram 20% menores do que no mesmo período no ano passado. “Até agora (11 horas) não parece véspera de Natal. Posso dizer que, pelo menos aqui na loja, dezembro ficou aquém das expectativas”.

Laura Junqueira, gerente da loja de calçados Junques, afirma que a chuva ajudou a afastar os clientes, mas ela ainda tinha esperanças de, até o final da tarde, alcançar a meta de vender 10% a mais que em 2012. No somatório do mês, até a manhã da véspera de Natal, 2013 foi vendeu 9% menos que no ano passado.

Ela acredita que a redução no número de vagas de estacionamento nas áreas centrais tenha boa parte de culpa nesses números. De acordo com a gerente, nos últimos dias, suas vendas ocorreram, principalmente, após às 16 horas, quando volta a ser liberado parar na área central.

De acordo com a determinação da Prefeitura, nas principais ruas do Centro é permitido estacionar apenas das 16 às 9 horas da manhã, de segunda a sexta-feira. Aos sábados, domingos e feriados, o estacionamento é livre, mas não era o caso ontem. Os carros que insistiram em parar em local irregular foram multados pela fiscalização.

Quem deixou as compras para o último dia precisou de sorte para achar onde parar o carro. A cabeleireira Ana Eliza Santos contou à reportagem que deixou o carro em um estacionamento particular que cobra R$ 5 por hora. “Eu trabalhei todos esses dias e só tive tempo para as compras hoje. Acho um absurdo o valor cobrado, mas está chuviscando e, para me molhar menos, precisei deixar o carro mais próximo e pagar por isso”.

Nos dois shoppings da cidade, Franca e do Calçado, onde a reportagem também esteve, havia movimento, mas em nenhum deles presenciou fila nos estacionamentos ou nos caixas .
 

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