Criar um grupo escoteiro foi ideia de Lorde Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, um soldado inglês, em 1907. Ele conheceu a guerra e diz que aprendeu a valorizar o ser humano, a solidariedade e a iniciativa, características que o ajudaram a criar o método educativo dos escoteiros. A ideia virou um ideal e tomou conta da Inglaterra. Não demorou para se multiplicar. No Brasil chegou em 1910. Os escoteiros estão hoje em 216 países com mais de 29 milhões de participantes.
Todos que entram nos grupos escoteiros aderem a “promessa escoteira”, que estabelece os “princípios de dever para com Deus, consigo mesmo e com o próximo”.
O método escoteiro tem cinco pontos: adesão à promessa e à lei escoteira, um código moral que deve ser vivenciado dentro do escotismo e fora dele; o aprendizado pela ação; a vida em equipe; as atividades desenvolvidas em contato com a natureza e a comunidade e o desenvolvimento pessoal. O sistema é apoiado por acampamentos, viagens, e atividades manuais.
Segundo a União dos Escoteiros do Brasil, pela lei, o escoteiro deve: ter uma só palavra; ser leal; estar sempre alerta para ajudar ao próximo e praticar diariamente uma boa ação; ser amigo de todos; ser cortês; ser bom para os animais e as plantas; obedecer e ser disciplinado; manter a alegria e sorrir nas dificuldades; ser econômico e respeitar o bem alheio e ser limpo de corpo e alma.
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