O padrasto do menino Joaquim, Guilherme Longo, que está preso há pouco mais de um mês teve o pedido de liberdade negado pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça, Marco Aurélio Belize. A decisão saiu ontem, dia 17, após pedido da defesa de Longo. Joaquim tinha 3 anos e foi encontrado morto no começo de novembro no rio Pardo em Barretos após ficar quatro dias desaparecido. Ele morava com a mãe a psicóloga Natália Ponte e o padrastro em Ribeirão Preto e sua morte ainda não foi esclarecida.
Segundo a defesa do padastro, não existem provas contra o crime e Longo contribui com as investigações, podendo aguardar o processo em liberdade.
A defesa justificou ainda que como mãe do menino teve a liberdade autorizada, Guilherme Longo teria o mesmo direito. Antes, outros dois pedidos também foram negados para Longo.
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