Detran inicia processo para assumir comando da Ciretran


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Como parte de um processo que ocorre em todo o estado de São Paulo, a Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito) de Franca deixou de ser controlada pela Polícia Civil e passou a ser administrada oficialmente desde ontem pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo). Funcionários da autarquia já trabalham no local, hoje instalado na Estação.

Três policiais civis que trabalham na Ciretran, incluindo o delegado Augusto César Fázio Ricci, serão remanejados para outros setores da Polícia Civil local. Segundo o delegado assistente da Seccional de Franca, Daniel Radaeli, ainda não foram definidas as novas funções desse efetivo. Por tempo indeterminado, os policiais auxiliarão os servidores do Detran em suas novas tarefas.

No futuro modelo, a direção da Ciretran será dividida em três setores, cada um comandado por uma pessoa diferente. Dois desses novos diretores são atuais funcionários do local que foram promovidos. Um terceiro nome virá de outra localidade. Os nomes são mantidos em sigilo.

Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, o Detran afirmou que, nesse primeiro momento, a população será beneficiada com a ampliação em uma hora no horário de funcionamento. A partir de agora, o atendimento será realizado entre 9 e 17 horas, sem a tradicional pausa para o almoço. Posteriormente, a unidade francana - será transferida para um novo prédio, com atendimento organizado por meio de senha e pagamento das taxas dos procedimentos de trânsito através de cartão de débito, inclusive. Essa mudança, no entanto, não tem data para ocorrer.

O novo prédio do Ciretran de Franca será no bairro Cidade Nova. A falta de laudo técnico impedia o início das obras. Segundo a assessoria de imprensa do Detran, esse laudo já foi liberado pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). A primeira etapa da obra, sob responsabilidade da prefeitura, deverá ser iniciada na próxima semana.

O local terá 1,4 mil metros quadrados de área em um terreno localizado entre as ruas Álvaro Abranches, Major Mendonça e José Marques Garcia. O prédio receberá um investimento de R$ 4,3 milhões. Somente na segunda etapa da obra, que inclui a adequação do imóvel e instalação de equipamentos, serão investidos R$ 3,6 milhões por parte do Governo do Estado de São Paulo.

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