Na minha opinião, não tem nada de errado. Sou aluno, tenho amigos que trabalham lá há anos. Quando se trabalha em empresa privada, não há estabilidade. Então, que não se critique os novos donos ou os antigos. Ainda deram bolsa de estudos prá quem está estudando, ou quem iria iniciar, não deixando ninguém desamparado. Fábrica de calçado fecha as portas, não paga ninguém e some. A Unifran, além da bolsa, deixa convênio médico até março. Muitos estavam lá pelo ‘cabide de emprego’, pensando que iria se aposentar. Vocês, que trabalham em empresa privada, sabem que se o dono resolver mandar 100% do quadro embora, e contratar novos, é direito dele!! A Unifran não é empresa familiar. Precisa de dinheiro! Vive de lucros!
R.
Franca - SP
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As empresas tem que se adequar ao sistema, ou saem do mercado. Não existe mais paternalismo. A maioria dos francanos que conhecem a história desta universidade, sabem que ali, era sim, cabide de empregos (...).. Lamento pelos verdadeiros profissionais que entraram no pacote (de dispensas), mas para esses, verdadeiros profissionais, novas oportunidades não faltarão. Para os outros que mamavam nas tetas (sic), ajudavam a elevar o custo, e, consequentemente, as mensalidades, vão ter que enfrentar filas em procura de outro trabalho, como qualquer trabalhador, (...). Aqui se faz, aqui se paga.
Geraldo Andrade
Franca - SP
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Sou aluno do NEAD da Unifran. Acabo de receber a notícia de que meu tutor foi demitido. Seriamente, achei um absurdo. Ele era o quarto tutor que passou pelo meu curso, mas conseguiu organizar tudo de uma maneira incrível. Acredito que essas demissões não são para melhoria, mas sim, uma demonstração de (força) dentro da instituição.
Deyvid Henrique
Franca - SP
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