Alma jovem machucada e ferida
Solta teus grilhões, liberta
Teus fantasmas, pavores e horrores
Grita!
Alma jovem devassada e sofrida
Enfrenta a dor de viver, aprisiona
Teus amores e favores, sonhos
Cala!
Alma jovem pisada e remexida
Encobre teu ser, com o manto da noite
De dentro de suas entranhas
Chora!
Alma jovem humilhada e partida
Do passado não passou, ficou
Presente e vivo, eternamente
Morra!
Jorge Damante, licenciado em História e bacharel em Direito
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