Durante a divulgação dos resultados trimestrais do Facebook, no final de outubro, o diretor financeiro da empresa, David Ebersman, confirmou o que muitas consultorias já apontavam: a maior rede social do momento teve um “declínio em usuários diários, especificamente entre os adolescentes mais jovens”.
Essa fuga é causada principalmente pela constante vigília dos pais e familiares, que passaram a frequentar a rede de Mark Zuckerberg com mais afinco. Além de precisar ter cuidado com o conteúdo que produzem, os jovens precisam lidar também com comentários embaraçosos.
Tudo isso pode parecer superficial, mas está interferindo na hegemonia do Facebook. Quem ganha com isso são os aplicativos móveis, como Whatsapp e Snapchat. Mesmo longe do poderio interativo do Face, essas duas redes sociais são tendências digitais. Para quem não conhece, o Whatsapp é um mensageiro instantâneo que permite troca de textos individualmente ou também em grupos fechados. Já o Snapchat permite o envio de vídeos, fotos e textos para outros usuários, porém esse conteúdo é destruído alguns segundos depois de visualizado, o que garante um bom nível de segurança.
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