O resultado do laudo do exame do corpo de Joaquim, solicitado pela Polícia e divulgado na noite de ontem pelo ‘Fantástico’, não concluiu qual foi a causa da morte do menino de três anos que após sumir de casa em Ribeirão Preto (SP) foi encontrado boiando no Rio Pardo, em Barretos (SP). De acordo com o laudo, não foi encontrada água nos pulmões de Joaquim, o que indica que não houve afogamento. As únicas lesões encontradas no corpo foram na pele, em razão dos dias em que foi arrastado pelo rio.
Como próximo passo, a Polícia pediu análises mais detalhadas de sangue e vísceras, que deverão ficar prontas entre 10 e 20 dias, e podem dar mais informações sobre a morte do garoto. No entanto, é possível que as suspeitas da Polícia, de que a morte pode ter sido causada por uma alta dose de insulina, não apareça nos exames já que a substância é rapidamente processada.
Conversas pela internet entre a mãe do menino Joaquim, Natália Ponte, e o padrasto dele, Guilherme Longo, também apresentada ontem pelo Fantástico, revela discussões do casal. Uma das mensagens trocadas pelos dois pelo computador, no dia 30 de outubro, mostra o incômodo de Natália com as recaídas de Longo. A psicóloga também pede, em outro momento da conversa, que Guilherme assuma para a família que voltou a usar drogas e admite que se sente insegura com a situação.
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