‘MENINOS VIRAM HOMENS’


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(Parece que há leitores) sem um mínimo de patriotismo. O Tiro de Guerra ainda é um dos poucos lugares onde se ensina hierarquia, respeito e patriotismo neste país tão deficiente quanto a essa questão. aspectos. Além de tudo, são mal informados. A guerra do Paraguai não foi a última. Participamos da Segunda Guerra Mundial, e ainda estamos ativos com forças no Haiti nem um pouco de patriotismo. Então, criticam por criticar, sem argumento que deva ser levado em consideração. O TG, além de tudo, forma jovens conscientes e gera amizades que seguirão por toda a vida dos atiradores. Deveria, sim, ser como antes, com 400 atiradores e não somente 100. Que o TG continue ativo e cada vez melhor, se possível elevado à condição de quartel. Com certeza, alguns leitores não serviram, e morrem de inveja dos amigos que puderam fazê-lo.
Welton de Araújo Cintra Júnior
Franca - SP

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Meu namorado faz o ‘tiro’. Vou acabar sentindo falta quando acabar. Os meninos do TG de Franca e os sargentos Gian Carlo e Araújo estão de parabéns! Só quem faz e acompanha de perto sabe como é importante, isso sem nem contar as amizades que são feitas lá dentro. Formam uma família.
Sabrina
Franca - SP

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Me arrependo muito por não ter servido. Perdi uma oportunidade única de dar um salto em autodisciplina e autonomia. Bola pra frente pra mim, mas fica a dica aos demais que pensam em não servir.
Elson
Franca - SP

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Olhando as fotos deste Comércio (http://www.gcn.net .br/jornal/index.php?codigo=230938), posso concluir que o sistema, com o sub-tenente Rangel, em 2007, foi bem mais drástico. Comemos apenas as barras de cereais ou alguma fruta que levamos. Não tivemos janta e, foram, no máximo, 50 minutos para tentar dormir. Fomos andando e voltamos andando, com duas esperanças: uma, a de que, no final da trilha que seguíamos marcada por apenas uma linha de costura de roupas, em meio à escuridão, dentro de mata fechada, houvesse o miojo ai da reportagem. E olhem que, perdêssemos a linha que tivesse se arrebentado, teríamos que fazer todo o trajeto novamente, repondo a linha. E outra: na volta para o TG, uma esperança em ônibus (que os de hoje tiveram), era apenas sonho. O que tenho para falar disso? É uma pena o Brasil não investir mais neste sistema! Para mim, muito mais que treinamento, foi uma lição de vida! Brasil!
Santos
Franca - SP

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