Em ambos os óbitos, o corpo clínico do hospital francano afirmou que os medicamentos encontrados com os pacientes não foram prescritos para o tratamento de suas doenças. Ontem, em nota divulgada à imprensa, a assessoria de comunicação da Santa Casa limitou-se a comentar apenas sobre os procedimentos médicos adotados e não confirmou sequer os nomes dos pacientes, alegando querer preservar a imagem de suas famílias.
O hospital afirmou que todo paciente internado na instituição recebe a medicação prescrita pelo médico para atender ao seu tratamento de acordo com sua doença. Entretanto, ocorre que muitos fazem uso de medicamentos de uso contínuo (anti-hipertensivo, antidepressivo, digitálicos, dentre outros). Essas medicações, como já são de uso corriqueiro do paciente, ficam com o mesmo para que sejam ministradas suas doses de acordo com a receita do profissional médico que o acompanha.
Com relação aos acompanhantes, a Santa Casa disse que adota como únicas ferramentas de controle a identificação pessoal na portaria de entrada de visitantes.
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