Mais uma vez, a história se repete. Fico imaginando quantos Joaquins são vítimas da violência e da maldade humana todos os dias, e nem ficamos sabendo. É triste saber que pessoas que deveriam proteger, cuidar, são as primeiras a cometer ou serem conivente com atrocidades. Que amor é esse (se é que isso pode ser chamado de amor) que sente uma mulher por um homem que a leva a colocá-lo acima de qualquer coisa, até mesmo acima do amor que deveria sentir pelo filho? E, nesse caso, não se trata de pessoas sem instrução, pois a mesma é psicóloga. Geralmente monstros habitam a mente das crianças, mas no caso do pequeno Joaquim, o monstro estava em sua própria casa, e o que é pior: foi levado pela mãe.
Ana Andrade
Pedregulho - SP
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