Os materiais de limpeza que foram criticados pelos ex-funcionários da Santa Casa são provenientes de uma microempresa do Jardim Dermínio. A proprietária do estabelecimento, Ana Paula Roncari, esclareceu que o hospital entrou em contato com ela pelo fato de vários testes estarem sendo feitos. “Eles queriam mudar os fornecedores de produtos da Santa Casa. Então, a gente simplesmente levou os produtos que eles pediram”, afirmou.
Ela conta que, no dia, foi comunicada da inadequação dos produtos, mas esse foi o fim da história, pelo menos, para o seu lado. Ela esclareceu que o produto é de uso hospitalar, não doméstico.
O registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de todos os produtos da empresa também já foi pedido no início do ano, mas ainda não concedido, por isso, os amaciantes não foram vendidos. “Nós fornecemos os produtos para eles (Santa Casa) fazerem um teste, ver se ele se adequava ao que eles queriam. Não recebemos um real disso”, afirma.
Ana Paula não se lembra da quantidade enviada ao hospital, mas, segundo o chefe da Vigilância em Saúde de Franca, José Conrado Netto, foram 24 galões de produtos de limpeza recolhidos.
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