Ao contrário do que foi publicado na edição de ontem do Comércio da Franca e reproduzido pelo Portal GCN (www.gcn.net.br) até as 9h59 de quinta-feira, Paulo Henrique Laureano Baldo, de 17 anos, baleado na cabeça na noite de quarta-feira, não morreu. Ele foi socorrido, reanimado e está internado em estado gravíssimo no CTI (Centro de Terapia Intensiva) da Santa Casa.
A notícia da morte foi confirmada à reportagem pouco antes da 1 hora da madrugada de ontem. Por telefone, um escrivão disse que o rapaz não teria morrido. No entanto, outro policial civil do Plantão afirmou a morte. Posteriormente, o caso foi registrado oficialmente em boletim de ocorrência como homicídio.
Funcionários da Delegacia Seccional de Franca confirmaram o envio de mensagens sobre o homicídio - o que confirma a morte da vítima - a órgãos de Segurança do Estado de São Paulo, como a Secretaria de Segurança Pública. A natureza da ocorrência do boletim da Polícia Militar também está registrada como “homicídio doloso”.
O disparo
“Paulinho”, como é conhecido o jovem, foi alvejado por um disparo de arma de fogo na cabeça, pouco depois das 21 horas de quarta-feira, em uma praça de esportes abandonada nos fundos da escola “Benedito Eufrásio”, no Jardim Seminário. Dois desconhecidos com capacetes participaram do crime e fugiram sem ser identificados. Não há pistas dos envolvidos. Suspeita-se que o crime tenha ligação com o tráfico daquela região.
“Não vou negar, senhor. A gente tava (sic) aqui fumando um baseado (cigarro de maconha), como todo mundo faz hoje, quando os caras chegaram”, disse uma das testemunhas, também de 17 anos.
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