Justiça nega pedido de prisão de mãe e padrasto de menino sumido


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A criança tem diabetes, que foi identificada no mês passado, e precisa tomar insulina todos os dias
A criança tem diabetes, que foi identificada no mês passado, e precisa tomar insulina todos os dias

A Justiça de Ribeirão Preto negou na tarde de hoje o pedido de prisão temporária do padrasto e da mãe do menino Joaquim Ponto Marques, 3, sumido desde a madrugada de terça-feira. O despacho do juiz diz que o casal tem colaborado com as investigações e não oferece riscos. Guilherme Longo e Natália Ponte voltaram a falar com a polícia nesta quinta-feira.

O delegado voltou a afirmar que o casal é suspeito pelo desaparecimento de Joaquim.

O DIA
A Polícia Civil com apoio da Polícia Militar, passou toda a quarta-feira, 7, buscando informações e pistas sobre o garoto Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que sumiu na madrugada de terça-feira. A criança estava na casa da mãe e do padrasto no Jardim Independência, em Ribeirão Preto, quando desapareceu.

Ontem, o delegado pediu a prisão preventiva do casal, mas eles foram liberados no começo da noite. Segundo informações da imprensa de Ribeirão, o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, identificou contradições nos depoimentos de ambos. O padrasto disse que saiu na madrugada de terça-feira, por volta das 3 horas para comprar drogas.

Ainda ontem, um cão da PM identificou que Joaquim e seu padrasto, o técnico em TI, Guilherme Raymo Longo seguiram mesmo caminho até o córrego Tanquinho, que passa próximo a casa família. O Corpo de Bombeiros também fez buscas no local, mas nada encontrou.
O pai de Joaquim, o produto de eventos, Artur Paes, contou ontem que tem acompanhado de perto todos os passos da investigação. A criança tem diabetes, que foi identificada no mês passado, e precisa tomar insulina todos os dias.

PADRASTO
Segundo a Polícia Civil de Ribeirão Preto, o padrasto de Joaquim, o técnico em TI, Guilherme Longo é usuário de drogas e teria conhecido a mãe em uma clínica de recuperação, onde ele fazia tratamento. A mãe, Natália Mingoni Ponte era funcionária da clínica.
 

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