Segundo a mitologia, quando a deusa Athenea disputava com o deus Poseidon para decidir quem governaria Atenas, Poseidon jogou sua lança contra uma rocha e dela fez verter água, originado os mares. Já Athenea atirou a lança contra o chão, onde nasceu uma oliveira que, com seus frutos, enriqueceu a Terra. Foi bem depois disso que apareceu Cecrops para ensinar os mortais a extraírem o sumo dos frutos das oliveiras.
Segundo a história, a Grécia antiga era realmente rica em campos de oliveiras. Seus frutos, as olivas (que em português chamamos azeitonas), eram considerados símbolos de sabedoria, paz, abundância e glória. Para fabricar o azeite, os gregos se utilizavam de uma espécie de pilão, no qual as azeitonas eram trituradas e delas se extraía um líquido extremamente denso e perfumado. Os gregos logo perceberam que este líquido dava um novo sabor a qualquer tipo de comida. Assim, o azeite passou a ser um dos principais temperos da culinária grega.
Embora se saiba que os romanos também conheceram o azeite em tempos muito antigos, acredita-se que foram os árabes os maiores responsáveis pela difusão dele na Espanha.
Curiosidades
A palavra azeite é de origem árabe: az-zait significa “o óleo.” Ela passou para língua portuguesa.
Os nutricionistas recomendam o uso de pelo menos uma colher de sopa de azeite de oliva por pessoa, nas saladas das refeições.
O azeite é excelente substituto das manteigas e outras gorduras de origem animal, dizem os especialistas.
Todo o azeite consumido no Brasil é importado de Portugal, Espanha e Argentina.
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