‘Foi uma fatalidade’, diz Nosso Clube


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Dirigentes do clube limeirense tentaram explicar as causas do afogamento de Leonardo Mariano. A jornalista Gabriela Garcia, do Jornal de Limeira, empresa associada à APJ (Associação Paulista de Jornais), registrou a coletiva dada ontem à tarde. “Esse é o primeiro caso de morte desde que a piscina foi inaugurada em 1972. O que aconteceu não é uma rotina, foi uma fatalidade”, disse o presidente João Batista Souza.

O francano se afogou em uma piscinas que tem 4,49 metros de profundidade em um de seus lados. O gerente de segurança e manutenção, Roberto Luis Zangirolamo, afirmou que a equipe de Franca estava hospedada no complexo desde sexta-feira, 1º. “No sábado, depois do jogo, por volta das 19h15, cerca de oito jogadores de Franca foram para a piscina. Eles começaram uma brincadeira de quem chegava mais rápido do outro lado, na parte funda. Eles mergulharam de um lado da piscina e, quando chegaram do outro lado, na parte mais rasa, faltava Leonardo. Foi então que um dos meninos voltou e viu que ele estava no fundo e já chamou os dois salva-vidas. A vítima foi reanimada até a chegada da ambulância”, relatou Zangirolamo. “Foram três minutos entre o afogamento e o salvamento. Fizemos o que podia ser feito. Os nossos salva-vidas são treinados e o clube segue todas as normas de prevenção de acidentes aquáticos”, completou.

De acordo com o diretor geral de esportes do Nosso Clube, Luis Ângelo Ziani, o clube recebe delegações frequentemente e autoriza que os atletas utilizem a infraestrutura. No caso da piscina, é necessário que um adulto esteja presente e, segundo ele, o treinador de Franca estava no solário da piscina no momento do acidente.

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