Imaginem, meus dois únicos filhos, que deveriam ter me sepultado, foram embora tão cedo e aqui me deixaram. Aí, todos os dias me fazem esta pergunta: “Como você suportou e suporta tudo, o que você faz?” Respondo sempre: “Nenhuma vez sequer, perguntei ao Meus Deus de Amor, por quê, Senhor?... Mas procurei descobrir, eu mesma, os ‘para quês’ estou ficando. E os descubro todos os dias. Sei, direitinho os porquês estou, ainda, por aqui... E acrescento com o maior amor: “Nenhum dia, sequer, briguei com Meu Deus. Brigar, por quê, se a todo o momento preciso D’ELE...?
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