Brechó é tudo de bom


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Em épocas de sustentabilidade, fala-se muito em moda de brechós, também conhecidos nos Estados Unidos e Europa como thrift shop (loja de econômia). Segundo o produtor de moda Fleuber Pinheiro, da Chiclete, o bacana de comprar neste tipo de estabelecimento é que podemos encontrar peças muito baratas, às vezes atuais e também de raras coleções passadas. Além de roupas de diversos estilos, há acessórios bem engraçados e para todos os gostos, sem contar nas tão procuradas roupas de grifes internacionais. E o melhor, são peças usáveis. “Hoje em dia brechó não é mais sinônimo de local sujo e com cheiro de mofo e sim um espaço econômico, divertido e descolado, frequentado por trabalhadores, senhoras e jovens de todas as classes sociais”, disse Fleuber. E quando for montar um modelito para sair arrasando por aí, vale misturar, inovar, dar um toque de novidade às roupas e acessórios, que até podem ser verdadeiras relíquias de uma época. Aliás, em alguns brechós aqui na cidade, também acontecem oficinas de arte e grupos de discussão de moda e comportamento. Muito legal, não?
 

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