O jornalista Luiz Neto tem razão absoluta. O caso é muito grave. Nos anos 70 vivíamos ainda o período do romantismo. Os moços tinham extremo respeito pela moça que pretendia namorar, e vice-versa. Para que pudesse esbanjar charme a uma mulher, era necessário sacar um cigarro e acendê-lo com um isqueiro de qualidade. Também tinha-se que fumar com classe, olhando para a paquera. O cinema ensinava. Isso motivou o vício de fumante. O vício de hoje, como está no texto, pode ser verificado em cada momento e em todos os lugares. É comum depararmos com situações de extrema falta de educação. Adolescentes e até mesmo adultos lhe são apresentados e, você lhes estende a mão. Sem olhar em seu olhos, mão mal estendida, continuam a manipular o tal smartphone com a outra mão, desprezando totalmente sua presença. Que vício é este? Em minha opinião é muito pior que o dos fumantes — e já fui um —-, hoje, infelizmente, em queda. (Leia em http://www .gcn.net.br/jornal/index.php?codigo=229188).
Francisco Matos
Franca - SP
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