‘É um filho que está sendo morto’, diz empresária sobre árvore cortada


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À frente, a árvore cortada. No fundo, a confusão
À frente, a árvore cortada. No fundo, a confusão

Cerca de 30 comerciantes e funcionários de uma fábrica de bolsas na rua Contador Benedito Menezes, (perto do Shopping do Calçado), protestaram ontem contra o corte de uma árvore pela Prefeitura. Revoltados, eles chegaram a pegar a chave do caminhão que levaria a castanheira para que ele não fosse embora. Por conta da confusão, o engenheiro agrônomo da Secretaria de Serviços e Meio Ambiente, Márcio Rodrigues, acionou a Guarda Civil.

“Essa árvore tinha mais de 20 anos, nos refrescava e dava sombra e ar. Estamos revoltados, isso é uma judiação. É um filho nosso que está sendo morto” disse a empresária Leonice Peixoto.

Márcio disse que o corte era necessário. “Houve uma solicitação para a retirada da árvore. A análise mostrou a necessidade do corte. Ela está plantada no centro da calçada e atrapalha a passagem. Além disso, tem uma madeira muito frágil, com quedas de galhos frequentemente, e as suas raízes são superficiais, causando estrago na calçada.”

O engenheiro disse que para haver replantio a calçada precisa ser reparada e que a responsabilidade é do Shopping do Calçado. O shopping disse que a calçada será reparada em 15 dias.

 

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