Teorias


| Tempo de leitura: 1 min

Chegou-me folheto destinado a crentes de uma denominação religiosa. Nele, tentativa de desacreditar a mediunidade e outros postulados espíritas. Sem desejo de polêmica estéril, queremos valer-nos da liberdade de expressão e apresentar nosso contraditório.

Lá se dizia que mediunidade é engano e que tudo se explica pelo prévio conhecimento do médium na psicofonia e na psicografia.

Ora, temos assistido a manifestações mediúnicas de alto nível intelectual por meio de médiuns absolutamente ignorantes.

O próprio médium Chico Xavier, quando recebeu seu livro de estréia na psicografia, o inigualável Parnaso de além Túmulo, em 1932, tinha apenas 22 anos de idade, era de pouquíssimas letras, sem qualquer formação universitária.

O folheto, entretanto, não se faz de rogado. Diz que, quando o médium não tem recursos intelectuais, ele busca conteúdos no inconsciente dos participantes das reuniões.

Ora, e quando nenhum assistentes tem conhecimento algum, como eram os frequentadores do Centro Espírita Luiz Gonzaga, de Pedro Leopoldo (MG), onde Chico iniciou o seu mediunato?

E olha que seu trabalho inicial foi vazado em poesia parnasiana e no formato de soneto, a mais difícil construção poética. Como explicar? É, sem dúvida, manifestação de inteligências do mundo espiritual e que se valem dos recursos mediúnicos para opinarem e demonstrarem a continuidade da vida além da morte.

É curioso que religiões que cuidam exatamente da sobrevivência da alma neguem a verdadeira demonstração da sua imortalidade.

A própria ciência está a pesquisar, em Parapsicologia, no ramo Psiteta, fenômenos de comunicação extracerebral e reencarnação.

E, onde vai buscar o médium as informações de fatos do futuro, conforme fatos constantes na literatura de Edgard Cayce, a exemplo? Como disse Jesus, ‘que veja quem tem olhos de ver.’

Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários