Risco do descenso e imagem ‘arranhada’


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Fahim Youssef acusou atletas por problema com sindicato
Fahim Youssef acusou atletas por problema com sindicato

Em 2013, a Francana esteve próxima do abismo no Campeonato Paulista da Série A-3. Em pleno ano do centenário e sem dinheiro em caixa, a diretoria montou um time modesto. A única estrela do elenco foi o tricampeão brasileiro pelo São Paulo, Aloísio Chulapa. O time comandado por Márcio Máximo não emplacou. Com os maus resultados, o centroavante de 38 anos deixou o clube sem marcar sequer um gol.

Sem se encontrar em campo, a diretoria decidiu apostar em um velho conhecido para dar jeito no time e sair da situação em que se encontrava. Polozzi foi contratado com a missão de salvar o “centenário” livrando o time do rebaixamento. Em campo, os resultados começaram a surgir e, de candidata ao descenso, a Veterana passou a sonhar com uma possível classificação. A derrota para o América de Rio Preto e um empate sem gols diante do Marília, em casa, tiraram as chances esmeraldinas. O time encerrou sua participação na 12ª posição, com 26 pontos.

No segundo semestre, a Francana foi convidada para ocupar a vaga da Catanduvense na Copa Paulista. Um grupo de empresários de Ribeirão Preto iria financiar a participação do clube. Porém, segundo Fahim Youssef, o acordo não foi cumprido e o clube acabou enganado. Após ameaçar deixar o torneio no meio, a Veterana foi até o fim. Em campo, Ciro Rios deu oportunidade a vários atletas do sub-20. O destaque do time foi o atacante Negueba. Mesmo eliminado na fase de grupos, o jogador anotou sete gols e continua como artilheiro da competição.

Desgaste
Fora do campo, a imagem do clube acabou “arranhada” com uma denúncia do Sindicato dos Atletas ao Ministério Público do Trabalho sobre condições inadequadas de moradia e alimentação oferecidas aos atletas. O caso teve repercussão nacionalmente. Fahim desmentiu o episódio e alegou armação por parte de alguns jogadores dispensados. O dirigente preferiu não apontar nomes dos atletas. “Foi tudo uma armação. Havíamos dispensado alguns atletas, mas eles pediram para continuar no alojamento para resolverem sobre compra de passagens, entre outras coisas. A partir daí criaram esse teatro. Comida nunca faltou aqui”, desabafou Fahim, em entrevista ao Comércio da Franca, em agosto.

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