Viaturas do Samu da região finalmente saem da garagem


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Central de chamadas do Samu de Franca começa a receber telefonemas de cidades vizinhas e distribuir serviço para outras bases oficialmente a partir do dia 14
Central de chamadas do Samu de Franca começa a receber telefonemas de cidades vizinhas e distribuir serviço para outras bases oficialmente a partir do dia 14

Quando moradores das regiões de Pedregulho e Patrocínio Paulista pegavam seus telefones e discavam 192 à procura de socorro médico de urgência do Samu, o telefonema era atendido em Ribeirão Preto, Barretos ou até em São José do Rio Preto. Nunca em Franca. Esse problema acontecia por causa de uma falha das operadoras de telefonia que prestavam esse serviço nas duas cidades.

Depois de duras críticas, feitas pelos responsáveis das pastas da Saúde dos dois municípios e publicadas pelo Comércio da Franca em agosto, as operadoras de telefonia se sensibilizaram com a situação dos moradores - e também com a ameaça de ação judicial a ser impetrada pelos administradores - e realizaram mudanças em sua rede. Assim, a situação foi regularizada. “Como o 192 não funcionava corretamente, não podíamos usar a ambulância. Temos um veículo equipado e com equipe formada, mas não a utilizávamos por causa desse problema”, disse o secretário de saúde de Pedregulho, Adolfo Nogueira.

O gestor disse que após o problema vir à tona, ele e Francisco Andrade, secretário de Patrocínio Paulista, participaram de uma reunião, há duas semanas, organizada pela secretária da pasta francana Rosane Moscardini e que contou com a presença de um representante do Ministério da Saúde (Brasília).

“Na reunião ficou acordado que a partir do dia 14 (de outubro) a central de chamadas do Samu de Franca irá redistribuir as solicitações de ambulância para as bases de Pedregulho e Patrocínio Paulista. No dia 30 haverá uma reinauguração do serviço que até lá, já estará funcionando pra valer”.

Os moradores de regiões vizinhas às duas cidades atualmente precisam entrar em contato com a Central de Ambulâncias o que compromete o tempo resposta de um chamado.

Em Patrocínio Paulista, a Prefeitura firmou um convênio com a Santa Casa, onde ambulâncias ficam de plantão. Desta forma, os moradores ligam para o hospital e pedem o auxílio. O problema é que nem todos conhecem o telefone ou se lembram dele no momento de uma emergência.

Por conta disso, desde que foi entregue ao município, a ambulância de Patrocínio Paulista, que também deveria atender moradores de Itirapuã, saiu pouquíssimas vezes do pátio. O mesmo acontece em Pedregulho, onde o veículo, que deve prestar socorro aos habitantes de Rifaina e Jeriquara, também nunca viu a cor da rua.

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