A defesa do lavrador pernambucano José Juvino do Nascimento, 45, acusado de ter assassinado a machadadas o taxista Moacir Demétrio Rizzi, 68, em 5 de abril deste ano, pediu à Justiça a realização de exame de sanidade mental no réu.
Caso o pedido seja deferido, a Justiça irá nomear um perito judicial para fazer o exame. Se o resultado apontar que Nascimento tem problemas mentais graves, ele poderá ser declarado inimputável e assim evitaria uma eventual condenação por latrocínio, cuja pena variar de 12 a 30 anos de reclusão.
Nascimento trabalhava na Fazenda Arealta como caseiro. Segundo a Polícia Civil, no dia do crime ele veio para a Batatais e telefonou para o taxista levá-lo até propriedade. No caminho, segundo a polícia, o lavrador matou o taxista, assumiu a direção do Corsa Sedan. Ao chegar na fazenda, jogou o corpo num riacho. Dois dias depois, ele foi preso enquanto abastecia o carro em um posto na saída para Franca. O veículo tinha barro, apresentava manchas de sangue e foi reconhecido pelo filho do taxista.
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